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LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: SIM OU NÃO?

 

“O bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento”.

L.S. Vygotsky

 

Devemos alfabetizar antes dos seis anos?

Não é prejudicial ao desenvolvimento da criança introduzi-la muito cedo no mundo da escrita?

Quando devemos iniciar o processo de alfabetização?

Depende de como concebemos a alfabetização.

Se o conceito que temos é aquele no qual a alfabetização é tomada como a aquisição do código escrito, cujo princípio norteador está vinculado à concepção estruturalista de linguagem e à concepção inatista e/ou ambientalista de aprendizagem, a resposta a esses quesitos, obviamente, seria não, pois antes dos seis anos as estruturas mentais do indivíduo não possibilitariam a ele a apropriação significativa das estruturas escritas da linguagem. Em outras palavras, as crianças, em função de seu desenvolvimento cronológico, não teriam maturidade suficiente para aprender operações tão complexas.

 

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LEITURA, LUDICIDADE E EMBASAMENTO PARA A AQUISIÇÃO DA ESCRITA

LEITURA, LUDICIDADE E EMBASAMENTO PARA A AQUISIÇÃO DA ESCRITA

ÀS VEZES SOU BEM REDONDA,

ÀS VEZES DESAPAREÇO.

QUANDO NÃO ESTOU MINGUANDO,

ENGORDO, CRESÇO E CRESÇO …

QUEM SOU?

Que tal representar com cola colorida o céu e todas as fases dessa adivinha?

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A CESAR O QUE É DE CESAR Ou Por uma ação mais competente!

 

 


Histórias que provocam…

 

Muito me tem angustiado constatar, dia após dia e cada vez com mais intensidade, o número de alunos que não compreendem o que fazem na escola, as queixas de profissionais da educação, responsáveis e com boa vontade, que confessam não saber mais o que fazer para ensinar quem não quer aprender e, sobretudo, constatar o não-êxito da escola no que se refere à leiturização.

Lanço mão de todos os recursos que estão ao meu alcance para partilhar minha prazerosa prática pedagógica ou meus referenciais teóricos. Tento contextualizar, na medida do possível, a situação de todo processo de ensino no Brasil e mesmo assim a única sensação que fica é a de inoperância e de ineficácia!

Busco, então, desesperadamente, justificativas, culpados e possibilidades, como bem querem os títulos de teses e dissertações contemporâneas.

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Sandra Bozza

Há mais de 37 anos se dedica ao magistério na cidade de Curitiba, é professora de Língua Portuguesa e, além de linguista e cientista social na área da educação, estuda com afinco a Psicologia do Desenvolvimento Humano com um único objetivo: desenvolver uma metodologia de ensino apropriada para alfabetizar com mais sucesso as crianças cujas origens determinam seu distanciamento da cultura letrada.

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Sandra Bozza
R. Bruno Filgueira, 1985
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